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Comunidad de rectores en CEDIA conoció de primera mano los ecosistemas de innovación en Japón

La gira inmersiva llevada a cabo por CEDIA, la Red Nacional de Investigación y Educación del Ecuador, para 23 autoridades académicas ecuatorianas, entre el 20 de abril y el 1 de mayode2026, buscaba tejer alianzas estratégicas y replicar las mejores prácticas de innovación educativa.
(Fonte: Karla Crespo, CEDIA) A Comunidade de Reitores da CEDIA realizou uma imersão estratégica no Japão, um dos países líderes em ciência e tecnologia a nível mundial. Com a participação de 21 instituições de ensino superior equatorianas membros da Corporação Equatoriana para o Desenvolvimento da Pesquisa e da Academia (CEDIA), a viagem teve como objetivo fortalecer redes de colaboração acadêmica internacional, identificar boas práticas e projetar novas alianças para transformar o ensino superior no Equador.
Tóquio — Em um contexto global onde a colaboração acadêmica define o rumo do conhecimento, a Comunidade de Reitores da CEDIA deu um passo firme em direção ao futuro. Vinte e duas universidades equatorianas embarcaram em uma viagem sem precedentes ao Japão, um dos epicentros mundiais da ciência e da tecnologia, com o objetivo de tecer alianças estratégicas e absorver as melhores práticas de inovação educacional.
Durante o primeiro dia de atividades, a delegação foi recebida por autoridades da Universidade de Tóquio, onde visitou o Museu de Ciências Médicas, um espaço que reflete o pulso da pesquisa biomédica no Japão. À tarde, a agenda seguiu para a Japan Science and Technology Agency (JST), instituição-chave do ecossistema japonês de P&D&I. Lá, a equipe foi recebida pelo diretor de Assuntos Internacionais, Osamu Kobayashi, que apresentou programas como o SATREPS, voltado para o desenvolvimento sustentável, e o Sakura Science Exchange Program, centrado na mobilidade acadêmica e científica.
O segundo dia levou os reitores à cidade de Tsukuba, conhecida como a Cidade da Ciência do Japão. Lá, eles visitaram o Museu de Geologia de Tsukuba, onde o estudo da terra se conecta aos desafios humanos, e o AIST Cube, um centro de divulgação que traduz a ciência exata em soluções tangíveis: robótica, inteligência artificial, saúde, materiais avançados. O dia culminou com uma visita à Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA), onde foram discutidas possíveis colaborações em projetos de nanosatélites e formação tecnológica especializada.
No terceiro dia, a delegação equatoriana foi recebida pelo Embaixador do Equador no Japão, César Montaño, que destacou os esforços diplomáticos em andamento para abrir portas à cooperação científica. A presidente da CEDIA, Cecilia Paredes, destacou o objetivo da viagem: construir pontes duradouras para o desenvolvimento do ensino superior no país. Por sua vez, o diretor executivo, Juan Pablo Carvallo, reafirmou o papel da CEDIA como articuladora de redes acadêmicas capazes de responder aos desafios contemporâneos.
A jornada continuou no Miraikan — o Museu Nacional de Ciência Emergente e Inovação —, um espaço pioneiro de divulgação que levanta questões radicais sobre o futuro da humanidade. As exposições sobre inteligência artificial, mudanças climáticas e robótica proporcionaram uma experiência que conecta a ciência com a cidadania e a tomada de decisões.
Esta viagem representa uma aposta de longo prazo na internacionalização da universidade equatoriana. Cada encontro, cada conversa, abre uma possibilidade: de cooperação, de aprendizagem, de inovação compartilhada.

