O Apoio Político à RedCLARA

Desde a sua criação, CLARA tem recebido apoio político de instituições internacionais e governos. Os links a seguir tem esta informação.

Mesa Redonda
"O Papel Fundamental da Ciência, Tecnologia, Engenharia, Inovação e Educação em Ciências no Marco de Discussão da IV Cúpula das Américas"
5 de setembro de 2005, Buenos Aires (Argentina)

5 de setembro de 2005, Buenos Aires (Argentina)
Processo preparatório para IV Cúpula das Américas; diálogos no marco da Organização dos Estados Americanos (OEA). Convocada pela OEA junto à Coordenação Geral dos Foros para a Participação da Sociedade Civil da IV Cúpula das Américas do Ministério das Relações Exteriores, Comércio Internacional e Culto e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva do Ministério de Educação, Ciência e Tecnologia da República da Argentina.

Dentro das nove recomendações elaboradas pela mesa redonda, destacamos as referidas ao financiamento da ciência, tecnologia e inovação (3 e 6), e aquela referida à colaboração e à criação de redes científicas (7) :

"3. O financiamento público da ciência, tecnologia e inovação deve ser integrado em políticas nacionais e regionais, e coordenado aos níveis mais altos de governo".

"6. No final da próxima década, o investimento privado em CTI na América Latina e no Caribe deve ser mais alto que o investimento público. O estímulo e a responsabilidade de elaborar marcos legais e regulamentares para esta urgente necessidade recaem sobre os governos da região.

"7. Criar redes de centros de excelência que, través da sinergia e da construção de um adequado nível de massa crítica, produzam pesquisa e inovação no mais alto nível".

Confira o documento completo.

Reunião do Plano eLAC2007 (antes do IV Fórum Ministerial UE-ALC)
26 de abril de 2006, Lisboa (Portugal)

Foi acordado que CLARA havia sido proclamada como o Grupo Oficial de Trabalho do Plano eLAC2007, com vistas ao cumprimento da Meta 10 do dito Plano, que busca “Desenvolver as Redes de Investigação e Educação”.

IV Fórum Ministerial UE-ALC
28 e 29 de abril de 2006, Lisboa (Portugal)
Declaração de Lisboa, párrafo 13

“13. Reconhecemos o progresso feito na ligação entre as redes latino-americana (RedCLARA) e européia (GÉANT), que proporcionam uma base sólida para cooperação científica bi-regional, contribuindo para alcançar os objetivos adotados na Reunião da Cúpula Mundial sobre a Sociedade Informatizada, realizada na Tunísia. Neste sentido, queremos chamar a atenção dos Chefes de estados e Governos para a importância de manter o apoio político e financeiro às iniciativas que consolidam o espaço de colaboração científica baseado no ICT, como a RedCLARA e suas ligações com a GÉANT, para garantir a sua operação contínua e trazer um ramal  à região do Caribe. Exprimimos nosso apoio ao fortalecimento da cooperação de pesquisa e desenvolvimento da UE-LAC, notadamente no contexto do Sétimo Programa da Estrutura da UE para pesquisa, que cobrirá o período 2007-2013, baseado em prioridades comuns solidariamente identificadas e aumentando a extensão potencial da ligação entre a RedCLARA e a GÉANT”.

Discurso final da Comissária Européia Viviane Reding
IV IV Fórum Ministerial União Européia (UE) – América Latina e Caraíbas (ALC) sobre a Sociedade da Informação
29 de abril de 2006, Lisboa (Portugal)

“Prezados ministros, excelências, senhoras e senhores:

Chegamos ao fim deste interessante e muito frutífero dialogo bi-regional, de um dia e meio de duração. Devo dizer, num tom algo pessoal, que não só gostei dos resultados mas também, e sobretudo, das relações que vamos agora construir. Foi um encontro muito franco.

Os Ministros e representantes que compareceram ajudaram a aumentar a colaboração entre os dois lados, a quebrar a fronteira digital e a trabalhar em prol de maior inclusão de todos os nossos cidadãos. Sabemos que este fórum foi essencial como preparativo para a cúpula UE-ALC de 12 de maio, a que comparecerão chefes de estado e governantes. Lá, eles falarão sobre 3 temas-chave de nossas parcerias : coesão social, integração regional e multilateralismo. Na última cúpula, em 2004, no México, eles pediram-nos que desenvolvêssemos o potencial da Tecnologia da Informação e da Comunicação para a coesão social e nos deram uma missão. Ora, o fato é que nós estamos levando a sério este mandato. No Rio de Janeiro, trabalhamos junto com o ministério brasileiro da ciência e da tecnologia, representado, na sessão, por Luiz Cavalhes, e a continuidade desse trabalho foi possibilitada pela grande dedicação de nossos amigos portugueses, a quem eu quero agradecer efusivamente porque, sem a sua ajuda, não seria possível alcançar tais conclusões positivas.

Acho que todos entendemos que a TI é um fator muito importante na promoção de integração regional. Padrões comuns e abertos de TI hão de fornecer uma contribuição para plantar os frutos de uma integração regional e global, como já demonstram os exemplos bem sucedidos da Internet e da comunicação via tecnologia de telefonia celular com padrão Global System for Mobile Communications (GSM).

Conseguimos chegar a uma declaração, mas ela não é perfeita. É preciso lê-la do começo ao fim, mas eu concordo inteiramente com meus colegas ministros: o artigo 4, na minuta da declaração, realmente não é muito satisfatório. prefiro esquecer o artigo 4 e ler o artigo 13, porque o artigo 13 diz, e podem crer que o que está ali

é uma notável história de sucesso, a da colaboração RedCLARA – GÉANT, uma parceria que precisa ser destacada, que precisa ter continuidade, que precisa ter um futuro. Portanto, eu gostaria de fazer do artigo 13 da declaração conjunta a nossa conclusão para esta reunião.

A Comissão Européia, como vocês sabem, senhoras e senhores, aprovou recentemente dois comunicados, um em suas relações com a América latina, outro em suas relações com o Caribe. Vocês os leram e sabem quão importante foi aduzir algo significativo para que fossem postos em prática. Nós necessitamos TI para promover e aprofundar nossas parcerias. Neste sentido, a pesquisa é um dos campos onde há forte potencial e novas oportunidades para cooperação internacional, sob o 7º Programa-Quadro a iniciar-se em 1º de janeiro de 2007. Como vocês sabem, neste programa nós refletiremos sobre prioridades comuns das regiões e uma destas, estou certa, será com certeza a inclusão digital. Vamos trabalhar muito e em conjunto nas pesquisas e no desenvolvimento, para que tecnologias e aplicativos baratos rompam a fronteira digital. Uma região com um forte potencial para tal cooperação é a tevê digital, inclusive seu papel ao promover inclusão digital, e eu quero repetir o que já disse ontem, que estamos dispostos a estabelecer parcerias no desenvolvimento de um novo sistema digital de tevê na ALC a fim de acomodar o sistema às necessidades específicas da região ALC. E, como já disse, estou contente porque por trás das conclusões deste artigo 13 temos uma verdadeira história de sucesso, que é a de nossa rede de pesquisa e comunicação RedCLARA e GÉANT. Este esforço abre caminho para se remover o fator geográfico distância, para promover a cooperação virtual para mais tarde colher os férteis resultados das pesquisas. Os projetos ALICE já o desenvolveram, 

assim o papel duradouro da infra-estrutura e em especial as principais infra- estruturas, líderes em nível mundial, da grade européia, foram ampliadas para a América latina, o que abre novos horizontes para compartilhar dispendiosas instalações informáticas, sofisticados instrumentos científicos, caros equipamentos médicos e repositórios de dados da informação científica. Fica claro que a interconexão de RedCLARA e GÉANT é um sucesso e tanto, e tanto mais importante porque asseguramos seu reforço e sua extensão em tempo hábil para regiões como, por exemplo, o Caribe, que está ansioso por participar deste esforço. Será também importante assegurar a continuidade dos diálogos atuais do Programa @LIS com referência não somente às normas adotadas mas também aos diálogos reguladores. Senhoras e senhores, não terminarei este discurso sem enfatizar aquilo que mais me cala fundo. Vocês sabem: é a nossa indústria de conteúdo, ou seja, nossas regras, que são a expressão da moderna tecnologia, ou seja, trabalhar no que somos, no que queremos, naquilo por que lutamos, nos nossos sonhos e, sobretudo, trabalhar com mais diligencia nos sonhos daqueles que estão ao nosso lado. Assim, acredito que realmente devamos concentrar-nos entre a sua região no mundo e a minha região no mundo, para promover a criatividade em nossos cidadãos, a indústria criativa, a criação de conteúdo, a criação de serviços inovadores, pois é isso que nossos povos querem. Criemos um mundo onde estejamos juntos para compreender uns aos outros, para trabalharmos juntos e para mostrarmos solidariedade. Acredito realmente que demos um passo à frente na exploração do potencial da TI em promover coesão social, competitividade, diversidade cultural e – quero muito crer nisso – tornar o sucesso de cada um sucesso compartilhado por todos. Se conseguirmos isso, esta conferência terá sido um bom investimento.”

Quarta Cúpula União Européia - América Latina e Caribe
Viena, Áustria, 12 de maio de 2006
Declaração de Viena:

“51. Reconhecemos o papel das tecnologias da informação e das comunicações no apoio à coesão social, à integração regional e à competitividade de nossas economias. Damos uma grande importância à nossa colaboração visando a seu desenvolvimento futuro em nossas regiões e para fomentar um acesso universal, eqüitativo e acessível às tecnologias da informação, especialmente através de estratégias integrais que abordem os novos desafios e as oportunidades da convergência tecnológica.

Acolhemos com satisfação os resultados e a declaração adotada pelo IV Foro Ministerial da Sociedade da Informação da ALC-UE sobre uma aliança para a coesão social através da inclusão digital, realizado em Lisboa em abril de 2006. Reconhecemos os resultados alentadores das atividades bi-regionais em curso neste âmbito e consideramos que é importante manter o apoio político e financeiro necessário para as iniciativas que consolidem um espaço de colaboração científica baseado nas tecnologias da informação e comunicação.”

Ainda que seja certo que na Declaração de Viena, assinada pelas mais altas autoridades de Estado dos países da União Européia, América Latina e Caribe, não se menciona expressamente o nome da RedCLARA, ali são representadas explicitamente as recomendações que sobre ela foram feitas no IV Foro Ministerial UE-ALC, realizado há apenas duas semanas em Lisboa (Portugal) e consignadas no parágrafo 13° da Declaração de Lisboa.

Compromisso de San Salvador

“Destacamos com especial atenção os bons resultados e a importância estratégica das iniciativas @LIS e RedCLARA para o desenvolvimento de redes nacionais de conhecimento entre os países da região e apoiamos decididamente o fortalecimento e a continuidade do programa @LIS e da RedCLARA, assim como a extensão da cooperação inter-regional para o Caribe, através da C@ribNET;” (Página 2, parágrafo 5).

V Cúpula ALC-UE
15 – 17 de maio de 2008, Lima (Peru)
“Declaração de Lima”

Parágrafo 25 – inciso sexto, destaca a intenção dos Chefes de Estado e Governo da América Latina, Caribe e União Européia de ampliarem a interconexão entre a RedCLARA, a GÉANT (Rede Avançada Pan-européia) e a CKLN (Rede Acadêmica Avançada do Caribe):

“Promover o uso da tecnologia da informação e das comunicações para facilitar novas oportunidades de emprego, melhor educação e acesso a serviços de saúde. Nesse contexto, iremos desenvolver a infra-estrutura de comunicações para reduzir a brecha digital, com o suporte de programas como o @lis, e ampliaremos a interconexão entre as redes CLARA, GEANT e CKLN”.

Download documento.

Reunião Preparatória da Segunda Reunião de Ministros e Altas Autoridades de Ciência e Tecnologia no Âmbito do CIDI (Conselho Inter-Americano para o Desenvolvimento Integral) 
Convocada pela Organização dos Estados Americanos (OEA)
29 e 30 de julho de 2008, Washington (Estados Unidos)
Documento “Consulta à Sociedade Civil sobre a Segunda Reunião de Ministros e Altas Autoridades de Ciência e Tecnologia no Marco do CIDI”. 

Incluiu a RedCLARA em sua sexta recomendação:

“6. Fortalecer as redes acadêmicas avançadas como e-infra-estrutura de TICs que favoreçam a colaboração regional (RedCLARA)”.

Sugestão para aos ministros e secretários de Estado convocados a participar da II Reunião de Ministros e Altas Autoridades de Ciência e Tecnologia, 27 e 28 de outubro de 2008 na Cidade do México, México.

Download documento.

Discurso de Mário Campolargo, Diretor de Tecnlogias Emergentes e Infraestrutura da Sociedade da Informação da Comissão Europeia, no contexto da Conferência Ministerial de Ciência e Inovação Europa, América Latina e Caribe (EU-LAC)
Cerimônia de lançamento oficial do projeto ALICE2 e da segunda fase de RedCLARA
14 de maio de 2010, Madri (Espanha)

“Para a Comissão, RedCLARA é um exemplo particularmente bom da cooperação entre Europa e América Latina e, especialmente para a Direção da Sociedade da Informação, é o caso mais concreto e de êxito da implementação das recomendações dos Foros Ministeriais da Sociedade da Informação anteriores, para extição da lacuna digital e o estabelecimento da conectividade unificadora”.

Proposta de Plano de Ação para a Sociedade da Informação e do Conhecimento da América Latina e Caribe (eLAC2015)

Terceira Conferência Ministerial sobre a Sociedade da Informação da América Latina e Caribe
21 - 23 de novembro de 2010, Lima (Peru)

“Meta 23: Conectar em banda larga todos os estabelecimentos de ensino, aumentando o número de computadores e o uso de recursos educacionais convergentes. Neste contexto, promover políticas públicas de apoio às atividades de docência e de pesquisa colaborativa por meio do uso das redes nacionais e regionais de pesquisa e educação. Em par ticular, promover o apoio à Cooperação Latino-Americana de Redes Avançadas (CLARA) e CARIBnet na gestão e aquisição de infraestrutura, reforçando assim a rede regional de ciência, tecnologia, pesquisa e inovação.”

Download documento.

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